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A vinda de Cristo


Consta em Mt 24, Mc 13 e Lc 21. Esse discurso foi proferido após Jesus ter deixado o Templo pela última vez. Versou sobre a destruição de Jerusalém, Sua vinda e o fim do mundo. Ele usou um estilo pouco claro, talvez intencionalmente. Acredita-se que Ele se referia a dois fatos distintos, alguns aconteceriam naquela mesma geração, outros em tempos futuros. A opinião mais comum é que Jesus falava sobre o abatimento de Jerusalém próximo àqueles dias em que vivia. Dentro de 40 anos, Suas palavras se cumpriram, literalmente.
Os edifícios magníficos de mármore e ouro foram completamente arrassados pelo exército romano, 70 d.C., que, segundo Josefo, o local parecia que nunca fora antes ocupado. Grande parte deste discurso se dedica à segunda vinda de Jesus. Vendo que Sua morte ocorreria dentro de três dias e sabendo que os discípulos ficariam assombrados , quase a ponto de perderem a fé nEle e no Seu reino, empreende a difícil tarefa de explicar que eles ainda verão realizadas suas esperanças de um modo muito mais grandioso do que jamais sonharam. "O Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras" (Mt 16.27); "Assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do homem" (Mt 24.27); "Assim como foi nos dias de Noé também será a vinda do Filho do homem" (Mt 24.37); "O mesmo aconteceu nos dias de Ló...assim será no dia em que que o Filho do homem se manifestar" (Lc 17. 28-30). Portanto, os pensamentos do Senhor Jesus detêm-se largamente em Seu segundo advento.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal