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Curiosidades Bíblicas 1

Crápulas da igreja

O mundo está cheio de impostores, trapaceiros e charlatões - aqueles crápulas sobre os quais sua mãe já o alertava há muito tempo.Eles espreitam em todo lugar, inclusive nas igrejas, infelizmente. O Novo Testamento menciona os feitos vergonhosos de alguns personagens infames que semearam discórdia, contaram mentiras e em geral deram mau exemplo. Eis aqui suas história:

Simão, o Mago  



Simão, o mago, sabia que a nova fé que ele testemunhava era poderosa, mais do que qualquer outra que ele já conhecera. Ele foi também um dos primeiros a reconhecer que esse poder poderia fazê-lo rico. Antes de entrar na igreja, Simão foi feiticeiro. Seus truques não só embasbacavam as pessoas, mas também faziam com que os mais ingênuos levassem a mão ao bolso, dando polpudas contribuições. Simão sentiu inveja dos dons de cura sobrenaturais de Pedro, e assim ofereceu-lhe dinheiro para aprender a conceder às pessoas o Espírito Santo pela imposição das mãos. Pedro repreendeu-o severamente. Temeroso, Simão arrependeu-se da ganância e implorou o perdão. Mas será que havia acontecido uma genuína transformação interior? Os pais da igreja, que escreveram nos séculos I e II, falavam frequentemente de um grupo de heréticos chamados simonianos, cujo nome derivava de Simão. Os estudiosos, porém, questionam se esse grupo era de fato ligado ao Simão da Bíblia. Podemos dizer, com certeza, que a história de Simão da Bíblia. Podemos dizer, com certeza, que a história de Simão rendeu uma palavra à língua portuguesa: simonia, a prática deplorável de comprar e vender um benefício da igreja. (Atos 8.9-25).

Diótrefes, o Ditador

As igrejas geralmente fazem aflorar o lado mais caridoso, carinhoso e generoso das pessoas. Mas algumas delas são incuravelmente sedentas de poder, mesmo na casa de adoração. Diótrefes era assim. Seu desejo pela autoridade absoluta o levou a entrar em conflito com o apóstolo João. Seu desejo pela autoridade absoluta o levou a entrar em conflito com o apóstolo João Seus instrumento para dominar os outros era o ostracismo. Qualquer membro de sua igreja que abrigasse um missionário itinerante ou um mensageiro de João era punido com a expulsão. Diótrefes achava melhor que um missionário dormisse pelas ruas do que permitir que outra pessoa influenciasse seu rebanho. Para isolar ainda mais seus seguidores, ele espalhava rumores, intrigas maliciosas e mentiras descaradas sobre os seus adversários. João incentiva os irmãos cristãos a não se deixarem influenciar por esse "mau exemplo" (3 João 9-12).

O Coríntio carnal

Hostilidade e indiferença são coisas que a maioria das pessoas espera dos inimigos, mas não dos amigos, vizinhos ou colegas de igreja. Infelizmente, o apóstolo Paulo suportou toda sorte de tratamento vil por parte da igreja de Corinto. Um homem, em especial, havia dividido a assembléia com seus feitos duvidosos. Paulo não menciona seu nome nem especifica o que ele fez. Porém, não há dúvida de que o apóstolo escreveu uma carta veemente aos coríntios, encorajando-os a disciplinar o ofensor. Alguns estudiosos da Bíblia o identificam como o homem que descaradamente manteve relações com a mulher do próprio pai, ato que Paulo condenou de forma severa na sua primeira carta aos coríntios. Mas a maioria dos estudiosos acredita que esse homem era apenas mais um agitador na já conturbada igreja coríntia. A carta de Paulo aparentemente teve grande eficácia, pois na segunda carta aos coríntios ele implora que a igreja se reconcilie com o homem, que viera a reconhecer seu erro. (2 Coríntios 2.5-8).

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Espirrou ao ressuscitar

Eliseu era muito conhecido pelos seus milagres e por isso não ficou surpreso, quando uma mãe angustiada veio procurá-lo depois que seu filho morreu. Eliseu foi ao quarto do menino morto, fechou a porta atrás de si e orou a Deus. Depois deitou-se na cama, esticando-se sobre o menino morto. Colocou sua boca sobre a boca do menino, os olhos sobre os olhos e as mãos sobre as mãos dele. O corpo, antes morto, aqueceu-se, e então o menino espirrou sete vezes e abriu os olhos. Não foram, porém, os atos de Eliseu que trouxeram o menino de volta à vida; antes, foi sua oração a Deus. (veja 2 Reis 4.32-37).

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

A localização de Sodoma e Gomorra

Sodoma é o nome do monte no ângulo sudoeste do Mar Morto. Houve uma tradição antiga, persistente, de que notáveis alterações topográficas ocorreram à volta da extremidade sul das águas, quando Sodoma e Gomorra foram destruídas. Escritores antigos acreditavam que os locais das duas cidades ficaram sepultados debaixo das águas do Mar Morto.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

A espantosa força de Sansão

Se você precisasse de uma escolta, de um guarda-costas ou de um amigo para acompanhá-lo por uma viela escura, Sansão seria o homem certo. Dono de força prodigiosa, ele enfrentava leões desarmado, despedaçava inimigos confiantes e chegou a derrotar um contingente de mil guerreiros usando apenas uma queixada de jumento. Sua última demonstração de força bruta foi derrubar um templo de pedra usando o vigor dos braços. Sansão não era imortal; as pedras que esmagaram uma multidão de filisteus esmagaram-no também. Mas ninguém, nem antes nem depois dele, igualou sua força bruta. A confiança que depositou numa mulher traiçoeira, Dalila, levou-o à queda. O cabelo intocado tinha relação direta com sua força; o barbeiro era para Sansão o que a Kryptonita representa para o Super-Homem. Sansão não podia explicá-lo, mas sabia que o corte dos cabelos lhe tiraria a força. E foi exatamente isso que Dalila tramou. Ela o atraiu aos seus inimigos e conspirou para vê-lo agrilhoado e cego. Ele viveu prisioneiro até pôr fim à sua vida - e às vidas de centenas de filisteus - ao destruir o templo de Dagom com as próprias mãos.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Apenas simplicidade

Algumas das curas miraculosas da Bíblia nos espantam por terem acontecido de forma muito pouco dramática. Uma dessas curas está registrada em três dos Evangelhos. Os relatos dão conta de um homem paralítico, deitado num leito, que foi levado até Jesus quando pregava a uma multidão. Jesus mandou, então, o homem erguer-se, pegar seu leito e voltar para casa. Sem nem sequer um gesto, um encantamento mágico ou o uso de uma varinha de condão Ele devolveu a saúde ao homem. O paralítico pegou seu leito e voltou para casa se exultando. (Veja Mateus 9.6,7;Marcos 2.3-12;Lucas 5.18-26).

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

A cura pelo simples toque

Jesus certa vez operou um milagre sem fazer nada deliberadamente. A história é a seguinte: uma mulher sofria de hemorragia havia 12 anos. Os médicos se provaram incapazes de estancar o sangramento. A mulher aproximou-se por trás de Jesus e roçou de leve suas vestes, crendo que só isso já a curaria, o que realmente aconteceu. Mas Jesus sentiu de fato uma energia saindo d'Ele, e virou-Se para ver quem é que O havia tocado. Jesus, então, tranquilizou a mulher, que ficara assustada ao ser descoberta e declarou que a fé que ela nutria a havia curado. (Veja Mateus 9.20-22; Marcos 5.25-34; Lucas 8.43-48).


Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Um toque da mão

Enquanto Jairo, um líder judeu, conduzia Jesus até sua casa para curar a filha doente, chegaram mensageiros anunciando a morte da menina. Jesus calmamente lhe disse que tivesse fé e seguiu o caminho até a casa. Quando chegou, disse a todos que a menina apenas dormia. Eles riram, mas Jesus então a tomou pela mão e mandou que levantasse. Quando ela o fez, os risos cessaram. A menina foi ressuscitada. (Veja Mateus 9.18-26; Marcos 5.22-43; Lucas 8.41-56).

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Curas Fantásticas

A Bíblia está repleta de curas prodigiosas e misteriosas. O fascinante delas - além do fato de serem miraculosas - é que frequentemente era bem diferentes umas das outras. O modo como essas curas aconteceram permanece, hoje, como um mistério desconcertante para os médicos.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Falta um dia no Universo

Com a finalidade de lançar um sofisticado satélite para explorações de novos corpos celestes nos planetas do nosso sistema solar, os cientistas da Nasa, exaustivamente, durante meses utilizaram todos os recursos tecnológicos e computadores de última geração para determinar a posição exata do Sol, da Lua e dos planetas do nosso sistema solar. Chegando ao final dos estudos, descobriram que faltavam um dia no Universo. A todo custo eles precisavam descobrir a origem dessa lacuna, pois sem esses dados a missão poderia ser um fracasso. Depois de todos apresentarem suas teorias, um dos pesquisadores, cristão, pegou sua Bíblia e propôs um texto para análise: "Então, Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse na presença dos israelitas: Sol, detém-te sobre Gibeom, e tu, lua, no vale de Aijalom" (Josué 10.12). O texto chamou a atenção do grupo, e ainda que meio incrédulo, passou a investigar o ocorrido. Ao lançar os dados no computador, achou 23 horas e 20 minutos, não era o suficiente e uma nova celeuma foi iniciada. Voltando ao livro de Josué, o grupo descobriu que realmente o Sol e a Lua não pararam por um dia inteiro: "E o sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no Livro dos Justos? O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro" (Josué 10.13).
O texto bíblico confirmava então que o tempo que o sol e a lua ficaram parados, não era exatamente um dia inteiro, e essa descoberta foi relevante, mas, onde estavam os 40 minutos? O cientista evangélico lembrou então de outra passagem bíblica que envolvia o Sol, e abrindo o texto encontraram o seguinte: "Então o profeta Isaías clamou ao Senhor; e fez retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz" (2 Reis 20.11). Lançados no computador, os cientistas descobriram que os dez graus citados na Bíblia correspondiam exatamente aos 40 minutos que faltavam para completar as 24 horas.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Já chega!

Paulo e Silas estavam na cidade de Filipos, onde eram seguidos por uma moça possuída por um espírito de adivinhação, ou seja, era capaz de prever o futuro. A moça perseguiu os dois homens durante dias e dias, gritando que eles eram servos do Deus Altíssimo e que anunciavam o caminho da salvação. Paulo, por fim, não suportou mais aquilo; virou-se e mandou que o demônio saísse da jovem. Os senhores da moça não acharam graça. Vinham usando a menina para ganhar dinheiro, e por isso Paulo e Silas foram levados ao tribunal.


Fonte: Mistérios e Acontecimentos da Bíblia - Jonathan A Michaels

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Noé e sua embarcação

Noé conseguiu realizar uma proeza fantástica nos dias de sua existência; utilizando-se somente de ferramentas rústicas e tendo como funcionários apenas seus três filhos e suas noras, construiu uma embarcação de grande porte, com três andares, medindo 137 metros de comprimento, 23 de largura e 14 de altura. " Fazer uma arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora. Deste modo a farás: de trezentos côvados será o comprimento; de cinquenta, a largura; e a altura, de trinta" (Gênesis 6:14-15).
O tempo gasto por Noé para concluir a construção da arca, segundo os historiadores, foi de 120 anos, tempo de vida este previsto para seus remanescentes rebeldes: "Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem , pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos" (Gênesis 6:3).
Mesmo depois destes longos anos, nenhum dos seus contemporâneos quis ajudá-lo na construção por não acreditar no dilúvio prenunciado. Com isso entraram na arca apenas Noé e sua família, ao todo oito pessoas, além de sete pares de animais limpos, sete pares de aves, alguns répteis e alguns animais imundos.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

O tempo passado na Arca de Noé

Noé entrou na arca sete dias antes que começasse a chover. Durante 40 dias choveu e as águas só desceram em nível após 150 dias. Na arca, Noé, sua família e os animais, passaram um ano e 17 dias : cinco meses flutuando e sete meses no monte.
Depois de se mover sobre as águas uns 800km, além do local de onde partira, a arca repousou no pico de um dos montes da Armênia, chamado Ararate, cerca de 322 km ao norte de Nínive.


Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Os passos de Jesus

A vida terrena do Senhor Jesus foi passada em um território muito limitado, porém extremamente estratégico. Ao longo das costas palestinenses e através da Galiléia, passavam o comércio e os exércitos do mundo. A Palestina era o ponto de junção dos três continentes, situada entre o Mar Mediterrâneo e o grande deserto da Arábia. Nos  dias de Jesus, dividia-se em quatro partes, todas sob o domínio de Roma: Judéia, parte sul, baluarte do conservadorismo judaico; Galiléia, parte norte, com grande mistura de população grega; Samaria, no meio, raça híbrida, em parte de sangue judaico; Peréia, ao leste do baixo Jordão, com muitas e prósperas cidade romanas.
Herodes governava a Galiléia e a Peréia. Pilatos, a Judéia e Samaria. Alexandria, segunda cidade do império romano, ficava uns 500 km a Sudoeste. Antioquia, terceira cidade, uns 500 km ao Norte. Exceto na fuga ao Egito, quando Jesus era criança, não há informações que comprovem o afastamento dEle por mais de 110 km. Jerusalém ao Sul, Sidom ao Norte, Decápolis e Peréia a Leste, foram os limites de suas viagem conhecidas.
Segundo o historiador Josefo, a Galiléia tinha uma população estimada em três milhões de pessoas e era uma região repleta de ricas cidades gregas. Elas foi um centro considerável de cultura mundial. A 6 km apenas de Nazaré, situava-se Seforis, capital romana da região e onde ficava a residência real de Herodes.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Timóteo

O autor das epístolas a Timóteo é o apóstolo Paulo e, são comumente denominadas de Epístolas Pastorais. A data em que foram escritas é indeterminada, porém prevalece o entendimento de que isto ocorreu no período em que Paulo esteve na prisão. Ele havia sido encarcerado duas vezes em Roma, de 64 a 67 d.C. A segunda carta a Timóteo contém as últimas palavras do apóstolo. O principal propósito de ambas era de transmitir aconselhamentos e exortações a um jovem evangelista acerca de sua conduta pessoal e de seu trabalho ministerial. Timóteo era natural de Listra (At. 16.1); sua mãe era judia e seu pai, grego. O nome da mãe era Eunice; o da avó, Loide ( 2 Tm 1.5). Paulo o considerava como um filho na fé (1 Tm 1.2). Sua escolha foi indicada por Deus ( 1 Tm 1.18). Timóteo juntou-se ao apóstolo Paulo em sua segunda viagem, cerca de 49 d.C. (At 16.3). Ele o acompanhou também a Trôade, Filipos, Tessalônica, Beréia, hospedando-se nesta última cidade até que Paulo o mandasse chamar a Atenas (At 17.14-15). Depois fora enviado de volta a Tessalônica (1 Ts 3.1-2). Quando regressou, Paulo tinha ido a Corinto (At 18.5; 1 Ts 3.6). Ele ajudou Paulo a escrever as Cartas aos Tessalonicenses (1 Ts 1.1, 2 Ts 1.1). Mais tarde Paulo enviou-o de Éfeso a Corinto (1 Co 4.17). O apóstolo juntou-se a ele na Macedônia, momento no qual Timóteo ajudou Paulo a escrever 2 Coríntios (At 19.22; 2 Co 1.1). Ele acompanhou Paulo até certo ponto na viagem a Jerusalém (At 20.4). Mais tarde, aparece com Paulo em Roma (Fp 1.1; 2.19-22; Cl 1.1; Fm 1). Depois está em Éfeso, onde recebe a Epístola. É chamado, com urgência, a Roma (2 Tm 4.9) , mas não se sabe se chegou lá antes da morte de Paulo. É mencionado em Hb 13.23 como tendo sido solto da prisão. Não tinha a mesma facilidade que Tito para tratar com pessoas que provocavam perturbações. Ele e Lucas eram os dois companheiros mais constantes do apóstolo Paulo.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

O coração sincero

"Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração e lavado o corpo com água pura." (Hebreus 10.22)
Você sabe o que quer dizer sincero? Segundo o Dicionário Universal da Língua Portuguesa, a palavra vem do  latim sinceru (puro), e quer dizer "verdadeiro; que diz francamente o que sente; em que não há disfarce ou malícia; leal; simples."
Etimologicamente, a palavra vem de sincera, que é a junção de duas outras palavras do latim, "sine cera", e foi inicialmente utilizada pelos romanos.
Isso porque os artesão fabricavam certo tipo de vasos, usando para tal uma cera especial. Essa cera era tão pura e perfeita, que na maioria  das vezes os vasos chegavam a ficar transparentes, podendo-se até mesmo distinguir um objeto que estivesse guardado em seu interior, como um colar, uma pulseira ou um dado, por exemplo.
Nesses casos, o vaidoso romano, que possuía um vaso tão fino e transparente, dizia que parecia mesmo não haver  cera. Sine cera queria dizer "sem cera" , que era a qualidade esperada de um vaso perfeito, muito fino, que deixava ver através de suas paredes aquilo que guardava dentro de si.
O vocábulo "sincero" evoluiu e passou a ter um significado muito elevado. Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro; que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações. Aquele que  é sincero, como acontecia com o vaso, deixa ver através de suas palavras aquilo que está guardado em seu coração, sem nada temer nem ocultar.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Glutonaria

"A glutonaria é tida como um vício e normalmente está associada a excessos pecaminosos. Para se ter uma idéias, os antigos romanos tinham o costume de se reunir para celebrar festas, em que desfrutavam de grandes banquetes.
Todos os convidados comiam até se fartarem, depois enfiavam a mão na garganta e vomitavam. Repetiam o ato por várias vezes de formas que no final da festa, cada convidado tinha comido quilos e quilos de comida. Este ato é condenado por Deus: invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5:21).
No Antigo Testamento, a lei judaica considerava a glutonaria um crime grave e quando o indivíduo tornava-se também beberrão, podia ser punido com a pena de morte: "Se alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão a os anciãos da cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é dissolutos e beberrão. Então, todos os homens da sua cidade o apedrejarão o mal do meio de ti; todo o Israel ouvirá e temerá" (Deuteronômio 21:18-21).
Nos padrões atuais, a glutonaria também é um ato condenável, principalmente pela medicina que atribui uma série de doenças ao excesso de comida. O homem deve comer para saciar a fome, mas nunca exagerar a ponto de comer muito mais do que seu corpo possa assimilar: "mete uma faca á  tua garganta, se és homem glutão" (Provérbios 23:2).

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

A crucificação

A crucificação era uma das mais terríveis punições que se aplicavam aos homens. Era uma morte lenta, que poderia levar horas ou dias. A dor da crucificação é indescritível. Para se ter uma idéias os pés e as mãos eram perfurados por cravos de ferro, que mediam aproximadamente 18 centímetros de comprimento. As artérias da cabeça e do estomago ficavam distendidas pela má circulação do sangue, provocando hemorragias, e os ossos do corpo eram desconjuntados.
"Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim" (Salmos 22:14).
Nos casos em que se desejava apressar a morte do condenado, as pernas eram despedaçadas com golpes de marreta. Isso se dava, principalmente, quando era próximo ao sábado, dia sagrado até hoje para os judeus. " Então, os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto com era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado, rogaram a Palito que se lhes quebrassem as pernas, fossem tirados. Os soldados foram quebraram as pernas ao primeiro ao outro que com ele tinham sida crucificados" (João 19:31-32).
Os condenados à morte da cruz eram considerados maldito e, por isso, eram mortos fora da cidade. "...porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus" (Deuteronômio 21:23). Além disso, o condenados tinham que carregar próprio, carregando a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico" (João 19:17). 
Zacarias 8:13: "E há de acontece ó casa de Judá, ó casa de Israel, que assim como fostes maldição  entre as nações, assim vos salvarei, e seris bênção não temais, e sejam fortes as vossas mão.

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

Bibliotecas antigas

Em Ur, cidade natal de Abraão, em Lágas, Nipur, Sipar, em cada cidade importante do país da Babilônia havia, em conexão com escolas e templos, bibliotecas com milhares de livros: dicionários, gramáticas, obras de consultas, enciclopédias, anais oficiais, compêndios de matemática, astronomia, geografia, religião e política.
Foi aquele um período de grande atividade literária; produziu muitas das obras-primas que Assurbanipal mandou que fossem copiadas por seus escribas, destinadas à sua grande biblioteca em Nínive.
Quando Abraão visitou o Egito, havia aí, aos milhões, inscrições em monumentos de pedra, em papiro e pele. Em Canaã, perto de Hebrom, cidade de Abraão, havia uma cidade chamada "Quiriate-Séfer", que significa "cidade de escribas", a indicar que o seu povo tinha gosto pelas letras.
Em Ur, na camada subterrânea correspondente à época de Abraão, Wooley descobriu uma sala de aulas, com 150 placa com colunas paralelas, apresentando a conjunção completa de um verbo sumeriano e seu equivalente em semita (língua que Abraão falava).
Mas foi em Obeide, uns 7 km a oeste de Ur, que Wooley achou o "documento histórico mais antigo" (placa da fundação de Anipada). Trata-se de uma placa de mármore, 7 por 10 centímetros, que se encontra, atualmente, no Museu Britânico.Um reprodução está no Museu da Universidade da Pensilvânia. E assim, fica-se sabendo que a comunidade de Abraão fora um centro de cultura literária durante gerações. 

Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal

E a jumenta falou

Balaque, rei de Moabe, ficou apavorado diante da presença dos israelitas em virtude das notícias que recebera. O povo do rei Seom, os amorreus, e o do rei Ogue, de Basã, haviam sido varridos da face da terra. Os israelitas os destruíram, e agora estavam acampados ao longo do Jordão, próximos demais do seu povo. Combatê-los parecia inútil. Balaque decidiu lançar-lhes uma maldição. Ele conhecia um homem chamado Balaão, tido como profeta. A quem abençoava, sempre alcançava êxito, e quem ele amaldiçoava não tinha futuro. Balaque precisava fazê-lo amaldiçoar os israelitas. Enviou seus anciões, levando o preço dos encantamentos, até onde se encontrava Balaão.
Os ancião, porém, retornaram sem Balaão. O rei enviou outros homens, mais nobres, com uma mensagem: "peço-te não te demores vir a mim, porque grandemente te honrarei, e farei tudo que me disseres: vem pois, rogo-te, amaldiçoa esse povo". Balaão acompanhou os homens de Balaque. O rei levou-o até um local elevado, de onde poderia avistar o acampamento israelita. Balaque esperava por aquela maldição. Porém, quando Balaão abriu a boca, só saíram palavras de bênção.
Balaque não pôde crer no que ouvia. Mas não desistiu. Levou assim que Balaão a outro cume. Novamente, assim que Balaão abriu a boca, jorraram palavras de bênção. Ainda uma terceira vez, de outro ponto, Balaão abençoou os israelitas-só que  dessa vez também amaldiçoou Moabe! Balaque, furioso e confuso, irou-se contra Balaão. Mas toda vez que repreendia o velho profeta, dizia-lhe Balaão: "Por ventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?"
O que teria acontecido com esse velho e leal profeta de Canaã? Quando se encaminhava para amaldiçoar os israelitas, sua fiel jumenta se comportou estranhamente. Saiu da trilha para entrar num campo vizinho, esmagou o pé de Balaão contra o muro de um vinhedo e chegou até a deitar-se no meio da estrada. Nas três vezes, Balaão espancou-a até que ela se pusesse em movimento. Mas quando espancava o animal pela terceira vez não pode crer no que ouviu. A jumenta começara a falar com ele: "Que te fiz eu, que me espancaste já três vezes?"
Só então Balaão pode ver o motivo por que a jumenta agira de forma tão estranha. Diante dele estava o anjo do Senhor empunhando uma espada. Disse-lhe o anjo: "Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser isso falarás". Balaão, portanto, seguindo a ordem de Deus, abençoou o povo israelita, em vez de amaldiçoá-lo. E Balaque, a exemplo dos reis antes dele, foi esmagado pelos israelitas.
Tara mais informações, leia Números 21-24.


Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal






Salmos

É a coleção das 150 orações poéticas inseridas no cânon bíblico. Frequentemente, nos deparamos com a expressão "Salmos de Davi", no entanto, poucos sabem que nem todos foram escritos por ele. É falado assim porque foi Davi o principal escritor ou compilador dos mesmos. Admite-se que uns poucos já existiam antes da época de Davi, constituindo o germe de um hinário destinado ao culto a Deus. Esse foi muito aumentado por ele e foi se expandindo através de gerações até que Esdras (segundo diz a tradição) o completou, tornando-o o que temos hoje. Pelos títulos, 73 Salmos são atribuídos a Davi; 12 a Asafe; 11 aos filhos de Cor; 2 a Salomão (72 e 127); 1 a Moisés (90); 1 a Etã (89); e 50 são anônimos. Acredita-se, geralmente, que muitos desses anônimos foram também redigidos por Davi. Os títulos nunca foram indicação segura de autoria, porque "de","a" e "para" são uma só preposição no hebraico.
Um Salmo "de" Davi pode ser de sua autoria, ou pode ter sido escrito "para" Davi, ou "a" ele dedicado. Jesus apreciava muito os Salmos, tanto é assim que Suas últimas palavras, expressas quando agonizava na Cruz, eram citações deste livro: Vide Sl 22.1, 331.5; Mt 27.46; Lc 23.46; respectivamente. Em Lucas 24.44, afirmou que muita coisa a Seu respeito tinha sido sido escrita nos Salmos. 
"...era necessário que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos."




Fonte: edições antigas do Jornal Folha Universal